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A tapioca nossa de cada dia - Nutritivos

| Em 16, nov 2015

A tapioca é brasileiríssima! De origem indígena e muito comum nos estados do norte e nordeste, onde seu consumo é diário – ou quase que diário, ela veio chegando aos outros estados do Brasil e agora ocupa um lugar importante na mesa dos brasileiros. Seja com objetivo de emagrecer, de excluir o glúten, de auxiliar na prática de exercício físico, ela tem sido bem vinda em todos os aspectos.

Então vamos esclarecer alguns pontos. A tapioca é feita da fécula de mandioca (também chamada de aipim, macaxeira, dependendo da região), assim, sua composição é carboidrato, e carboidrato simples. Sua vantagem sobre o pão é não possuir a farinha de trigo, diminuindo consequentemente inflamações da parede intestinal e sintomas de quem tem intolerância ou alergia ao glúten.

Outra vantagem é sua reduzida quantidade de sal, o que favorece a não reter líquido no corpo, diminuindo inchaços. Sobre a gordura? Na tapioca não é adicionada.
Como falei ali em cima, a tapioca é um carboidrato simples, isso significa que a velocidade com que ela libera glicose no nosso organismo é rápida (alto índice glicêmico, alto IG). Quanto mais rápida essa velocidade, maiores picos de glicemia e insulina, mais facilidade de ganho de peso e doenças futuras como a diabetes.

Leia também:  Veneno na mesa: Glutamato Monossódico (GMS)

Sendo assim, a tapioca equivaleria a um pão branco, arroz branco, macarrão sem ser integral, etc.
Mas este não é um ponto que torna o consumo da tapioca inviável.

Como saída, podemos usar recheios que ajudem a controlar esse índice glicêmico, recheios fontes de proteína e gordura boa, como por exemplo os ovos, frango desfiado, abacate. Outra opção é adicionar à massa, antes de leva-la ao fogo, linhaça, quinoa, semente de chia, gergelim ou até coco ralado.

Problema resolvido, agora é bom apetite!

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